Diástase de Retos Abdominais

Se trata do enfraquecimento nos músculos do abdome e tecido conjuntivo, facilitando o distanciamento muscular. O afastamento entre os retos abdominais pode chegar entre 1,5 a 10 centímetros, em média – dependendo de cada situação. Na prática, os músculos sofrem estiramento e se tornam enfraquecidos no local.

Dados do Hospital Albert Einstein apontam que anualmente o Brasil ganha cerca de 150 mil casos de diástase de retos abdominais. Apesar de pouco discutido, esse quadro é bastante habitual. Os sintomas mais comuns são: dores na região lombar, nas coxas e nádegas. Mulheres que passaram por muitas gestações podem enfrentar esse dilema, por causa do aumento do tamanho do útero – contribuindo para a separação entre os músculos na região. Gravidezes ocorridas entre intervalos de menos de dois anos também podem favorecer esse cenário.

Outros fatores de riscos

A diástase não atinge apenas mulheres em situação de pós-parto, mas também pessoas sedentárias e acima do peso.

Atividades e tratamentos

Os tratamentos mais comuns incluem sessões com fisioterapeuta e atividades para fortalecer os músculos, desde pilates, ginástica funcional dentre outras atividades. Caso esses procedimentos não sejam suficientes, é importante realizar exames, como ultrassonografia, entre outros. Dependendo do quadro, com avaliação médica, é recomendada uma cirurgia para unir os músculos separados.

Tratamento Cirúrgico

O tratamento cirúrgico se realiza quando a diástase prejudica tanto a parte estética como funcional. A incisão é realizada, sendo um pouco maior do que uma cicatriz de cesariana, na região do púbis e é facilmente escondida com o biquíni ou roupa intima.

Descola-se o retalho abdominal até a região superior do abdômen deixando a musculatura exposta para ser reforçada cirurgicamente com suturas ou se for necessário com a colocação de tela. Não ficam cicatrizes no umbigo e o resultado é um corpo harmonioso, sem o abaulamento desagradável que proporciona a diástase.

Reduzindo as chances

A incidência de diástase é muito grande pós-gestação, mas alguns cenários podem reduzir as chances do quadro. Mulheres que já praticam atividade física e de fortalecimento muscular na região têm menos possibilidades de apresentaram esse cenário, em caso de gravidez.

Manter uma alimentação saudável e equilibrada também é um aparato importante para diminuição das possibilidades de ter esse quadro clínico. Ainda contam outros fatores preventivos, como a manutenção da postura correta durante a gestação – que aliás é um desafio e tanto para as gestantes nessa fase de transformação do corpo, já que as dores na região da coluna são bem comuns. De qualquer forma, vale seguir essa regra.

Comentários
  • Jadiane dos Santos Lopes
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    Hoje sou muito mais feliz, porque a dra Esther Barrios fez um milagre no meu corpo, eu tinha os seios totalmente diferentes um do outro e ela fez um trabalho perfeito e que hoje não se nota nenhuma diferença, hoje tenho prazer em usar roupas que me deixavam com vergonha hoje tenho auto estima e sou feliz comigo mesma, dra Esther mudou minha vida, amo demais, e agradeço a Deus por ela todos os dias , por seu talento e compromisso com cada paciente que ela tem, e digo isso porque tive o prazer de trabalhar com ela também e fiçar apaixonada por cada trabalho lindo que ela fez e com toda sua perfeição!! Não tem melhor do que ela , tenho certeza, ainda mais uma proficional que trabalha em outro lugar concertando erros de outros cirurgiões!!!!!
    Dra Esther Barrios a melhor dos melhores…

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